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Governança de TI – Por que a sua empresa precisa dela?

Post 23-03 Governança de TI Por que a sua empresa precisa dela

Para conseguir estruturar a área de tecnologia do seu negócio, você precisará se aprofundar nos conceitos de governança de TI.

Isso porque, o investimento em tecnologia é um fator decisivo para o sucesso das empresas. Porém, para conseguir obter resultados tangíveis, é preciso se planejar primeiro.

A governança corporativa é indispensável em todos os setores da empresa, principalmente, no que diz respeito à área de TI. Mas, se esse termo ainda lhe deixa confuso, vamos ajudá-lo a organizar seus conceitos em sua cabeça.

Entenda como a governança de TI vai mudar, para melhor, a gestão da sua área de tecnologia.

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Afinal, o que é a governança de TI?

A governança de TI é um conjunto de políticas, normas, procedimentos e atividades que têm o objetivo de estruturar a área de tecnologia de uma empresa.

Através da governança de TI será possível realizar a gestão adequada dos recursos, ferramentas e serviços de tecnologia, para ter um setor muito mais produtivo.

Sendo assim, para conseguir implementar tais ações, com sucesso, será necessário parar e observar todas as variáveis do setor de TI.

O objetivo aqui é conseguir aplicar as melhores práticas de TI, para que a empresa usufrua dos recursos disponíveis da melhor maneira.

Através da governança de TI, a sua empresa alcançará diversas melhorias. Entre elas, a segurança de informações, economia de recursos e atualização de processos.

Além disso, a governança de TI ajudará no alinhamento de estratégias da equipe de TI com os objetivos do negócio. Dessa maneira, a empresa poderá trabalhar com metas definidas, para alcançar os resultados esperados de forma certeira.

Por que a governança de TI é tão importante?

A princípio, nós poderíamos dar milhões de motivos para a importância da governança de TI. Contudo, vamos falar sobre o principal e mais óbvio: A definição de objetivos.

Uma área de TI possui diversos segmentos, trabalhando com variáveis diferentes. É preciso pensar, por exemplo, na segurança de dados, servidores, suporte ao usuário, sistemas, inovação, entre muitos outros fatores.

Agora, imagine trabalhar com tudo isso, sem antes definir quais são suas prioridades ou objetivos? Desta forma, a área de tecnologia viraria um caos e poderia colocar o negócio em risco.

É a governança de TI que dará o direcionamento que a equipe responsável precisa. Por isso, ela faz tanta diferença para o negócio.

Vale reforçar que, para a governança de TI realmente funcionar, é preciso um alinhamento entre todos na organização. Enfim, essa atitude deve partir dos gestores da empresa, para os demais colaboradores.

As áreas de foco da governança de TI

Afinal, temos definido que a governança de TI é a grande responsável por estabelecer os processos necessários, para o gerenciamento da área de tecnologia. Certo, vamos partir para a prática!

Para atingir esse objetivo, a governança de TI trabalhará, prioritariamente, em cinco frentes principais, sendo elas:

Alinhamento Estratégico: Garante que os metas do negócio, bem como as de tecnologia da informação estejam alinhadas, entre ambas as partes, evitando o desencontro de informações;

Entrega de Valor: Assegura que o setor de TI seja eficiente em suas funções e cumpra as entregas, para que os projetos caminhem conforme o prazo determinado.

Gerenciamento de Riscos: Essa é a frente que monitora possíveis situações que podem colocar o negócio em risco, tomando as medidas necessárias para evitá-las;

Gerenciamento de Recursos: Aqui a responsabilidade é garantir o bom desempenho da equipe e o uso adequados dos recursos de TI, para que a empresa seja mais produtiva;

Mensuração de Desempenho: Avaliação de todos os indicadores e números pertinentes, para determinar os resultados da área de TI.

Como trabalhar a governança de TI em minha empresa?

Escolher um modelo de gestão é o primeiro passo, para começar a implantar a governança de TI.

Existem diversos frameworks especiais para a área de TI, sendo os mais famosos, entre eles, a ITIL e o Cobit. Outro método bastante conhecido e recomendado – apesar de não ser específico para TI – é o Scrum.

O modelo de gestão ideal para sua área de tecnologia será importante, pois é através dele que você trabalhará a governança de TI.

O desafio aqui é entender qual deles melhor se adapta ao seu negócio e a sua equipe de TI. Separamos mais informações sobre as três opções citadas, para que você análise qual é a mais apropriada para sua empresa.

A ITIL

Se você não possui conhecimento na área de tecnologia, é provável que você não esteja familiarizado com esse nome. A ITIL é uma das metodologias de gestão mais utilizadas para serviços de TI em todo mundo.

Inclusive, todos os atendimentos realizados pela NetSupport, através de nossos Supporters, obedecem às orientações descritas na ITIL V3, que é a última versão disponibilizada do framework.

ITIL é a sigla para Information Technology Infrastructure Library, que em tradução livre seria algo como “Biblioteca de Infraestrutura de Tecnologia da Informação”.

O papel da ITIL é de auxiliar as empresas a atingirem as suas metas, através do uso correto de seus recursos de TI.

A ITIL foi criada no final da década de 80 pelo governo britânico, com o intuito de organizar os processos de TI públicos. Já nos anos 90, suas práticas passaram a ser adotadas pelas empresas europeias, popularizando-se rapidamente. Atualmente a empresa Alexo é quem detém a marca ITIL.

Na prática, esse modelo propõe que as atividades de TI sejam gerenciadas de acordo com o ciclo de vida de um serviço. Com base nesse preceito, o ciclo de vida do serviço passa pelos seguintes estágios:

  • Definição da estratégia de serviço;
  • Elaboração do esquema de trabalho do Serviço;
  • Transição de Serviço (consideração de possíveis mudanças);
  • Operação de Serviço;
  • Melhoria contínua e aprimoramento do serviço.

Leia também: ITIL é a melhor forma de gerenciar serviços de TI e aumentar resultados.

O Cobit

Entre as três metodologias de gestão para atividades de TI em empresas, essa é a mais recente.

COBIT significa Control Objectives for Information and Related Technologies, que em português seria algo como “Controle de Objetivos para Informação e Tecnologias Relacionadas”. A ISACA (Information Systems Audit and Control Association) foi quem desenvolveu esse framework em 1996.

A Missão oficial proposta pelo COBIT é: “Pesquisar, desenvolver, publicar e promover um conjunto de objetivos de controle para tecnologia que seja embasado, atual, internacional e aceito em geral para o uso do dia-a-dia de gerentes de negócio e auditores”.

Com base nessa afirmação, podemos ver uma clara diferença entre o modelo ITIL e COBIT.

Enquanto o primeiro é destinado às camadas operacionais do setor de TI, já que propõe a estruturação do ciclo de vida de seus serviços, o segundo tem uma função mais estratégica e pode ser usado para o planejamento da área, por exemplo.

Dentro de uma organização, o COBIT ajudará a estabelecer a governança e gerenciamento dentro do setor de TI. Em sua última versão, o COBIT 5, lançada em 2012, são apresentados cinco princípios fundamentais:

  • Necessidade das partes interessadas;
  • Cobertura da empresa de ponta a ponta;
  • Aplicação do modelo de trabalho integrado, único e simples;
  • Possibilidade de visão holística;
  • Separação entre governança e gerenciamento.

Também é possível aprender sobre o COBIT de maneira autodidata. A ISACA disponibiliza todos os materiais necessários em seu próprio site, já traduzidos para o português.

O Scrum

Em primeiro lugar, é importante destacar que o Scrum não é uma exclusividade para a área de TI.

Essa é uma das metodologias de gestão usada para projetos em geral, independente de qual seja o setor. É possível aplicá-lo, inclusive, em projetos pessoais.

O Scrum é uma estrutura de gerenciamento que surgiu como um apoio para colocar em prática as técnicas do Método Ágil – ou Agile, em inglês.

A proposta do Método Ágil é que através da colaboração, organização e definição de papéis seja possível executar projetos de forma mais rápida. O Ágil surgiu nas grandes e inovadoras empresas japonesas dos anos 70 e 80, como Toyota e Honda.

Na década de 90, Jeff Sutherland estava em busca de formas de aumentar o rendimento das empresas americanas. Durante sua pesquisa, Sutherland se deparou com o Método Ágil. Fascinado com o modelo, decidiu encontrar uma maneira de aprimorá-lo. Foi assim, então, que nasceu o Scrum.

Essa metodologia de gestão é bastante fácil de ser implementada. Porém, apesar de poder ser utilizada nos mais distintos projetos, ela costuma ter mais eficiência quando aplicada no desenvolvimento de algo cujo o resultado final seja um produto, como um software, por exemplo.

Como aplicar o Scrum?

A primeira coisa a se fazer é eleger um Dono de Produto. Ele será o responsável por fazer com que o produto seja devidamente finalizado.

O Dono do produto deve então produzir o Backlog, que nada mais é do que uma lista de tarefas, requisitos e necessidade do produto final.

O mais importante aqui, é que essa lista seja organizada de acordo com as prioridades de produção. Estabeleça uma ordem do que é mais e menos importante para o produto funcionar.

Em seguida, você estará pronto para dar início ao Sprint. O Sprint é um período estabelecido para que equipe trabalhe na entrega das tarefas definidas no Backlog.

As datas para finalização de cada uma das atividades deverão ser definidas em comum acordo com os envolvidos no projeto. Desta maneira, o projeto poderá ter vários Sprints diferentes até sua entrega.

Sempre que um novo Sprint é entregue a equipe deve discuti-lo, para encontrar formas de aprimorar o produto.

Diariamente o time deverá se reunir para informar os status das atividades em andamento. Essas reuniões costumam ser chamadas de Daily Stand-Ups ou Daily Scrum.

O Scrum é uma modelo que promove a transparência e eficiência entre as equipes, por isso costuma ser tão eficiente.

Além disso, com suas entregas fracionadas, é possível recolher feedbacks dos usuários, para comprovar a real necessidade do produto, evitando o desperdício de tempo e de retrabalho em atividades desnecessárias.

Para começar a trabalhar com Scrum, você pode, inclusive, fazer o download dos guias elaborados pelos seus criadores. No site Scrum Guides, Jeff Sutherland e Ken Schwaber disponibilizam tudo o que você precisa saber sobre a metodologia.

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Os benefícios da governança de TI

A governança de TI é um passo necessário, para promover a profissionalização do seu setor de tecnologia. Essa é uma estratégia adotada por todas as grandes empresas de sucesso.

Em resumo, a governança de TI ajudará sua empresa das seguintes formas:

  • Estabelecendo processos mais eficientes e rápidos para sua equipe de TI, o que possibilita a automatização de tarefas;
  • Alinhando as atividades e metas da área de TI com os objetivos do negócio, para que todos estejam cientes de suas expectativa
  • Facilitando o acompanhamento de resultados da área de TI, para que a empresa saiba onde ela está acertando e o que precisa ser melhorado;
  • Prevendo situações que podem colocar o negócio em risco e encontrando formas de minimizá-las, a fim de garantir a segurança de dados;
  • Promovendo a melhor utilização de todos os recursos de TI disponíveis, desde a equipe, até os equipamentos;
  • Adoção de melhorias contínuas nos processos de TI, para promover a inovação dentro empresa;
  • Permitindo uma visão global de todas as variáveis da área de TI, para facilitar a tomada de decisões.

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