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5 personalidades LGBTQI na TI que conquistaram o seu espaço no setor

Post LGBTQI na TI 28-06-2018

Precisamos falar sobre as pessoas LGBTQI na TI.

Por exemplo, você sabia que 61% dos profissionais LGBTQI não assumem sua orientação sexual no trabalho, por não se sentirem confortáveis?

Foi o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Center for Talent Innovation, em 2016.

É verdade que evoluímos em muitas questões ao longo dos últimos anos. Mas, como mostra essa pesquisa, no mercado de trabalho a orientação sexual das pessoas ainda é um tabu.

Consequentemente, não são poucos os casos de preconceito no ambiente corporativo. E sim, essa é uma realidade que precisa ser mudada.

As pessoas LGBTQI na TI

Assim como as mulheres, as pessoas LGBTQI na TI podem encontrar muitos obstáculos. Isso porque há um estigma desse setor ser muito masculinizado.

Porém, existem pessoas LGBTQI na TI que deixaram sua marca no setor, contribuindo para o seu pleno desenvolvimento.

Por isso, você precisa ler esse artigo para conhecer um pouco mais sobre essas pessoas!

Alan Turing

(Fonte da imagem: National Portrait Gallery)

Alan Turing não é ninguém menos do que o pai dos computadores.

Esse brilhante matemático britânico foi responsável por decifrar o código utilizado pelos Nazistas, para se comunicar com suas tropas, nos campos de batalha.

Sendo assim, para conseguir realizar essa tarefa, ele desenvolveu uma máquina, que seria essencial para a vitória dos aliados.

Por conta de sua homossexualidade, foi obrigado a passar por uma castração química, além de ser impedido de trabalhar.

Contudo, em 2013, Turing recebeu o “perdão” da Rainha, quando o casamento homoafetivo foi finalmente legalizado na Inglaterra.

CURIOSIDADE: Há quem diga que o segundo logo da Apple, que era uma maçã preenchida pelas cores do arco-íris – símbolo da causa LGBT – foi uma homenagem a Alan Turing. Porém, a história nunca foi confirmada.

Tim Cook

(Fonte da imagem: CNBC)

Substituir o lendário fundador e CEO da Apple, Steve Jobs, após o seu falecimento em 2011, foi a tarefa nada fácil de Tim Cook.

Aliás, ele foi o primeiro executivo-chefe declaradamente gay a figurar na lista de 500 maiores empresa do mundo.

Formado pela Universidade de Auburn, em engenharia de produção industrial, Cook passou por renomadas empresas como Compaq e IBM.

Além disso, sob o seu comando, a Apple alcançou um recorde em seus resultados do último trimestre de 2017, faturando US$ 20 bilhões.

Tim Gill

(Fonte da imagem: Rolling Stones)

Programador e empreendedor de sucesso, Tim Gill, não poderia ficar de fora dessa lista.

Ele construiu sua fortuna nos anos 90, como fundador do Quark, um software de layout de páginas, que foi um dos pioneiros nessa área.

Atualmente, Gill se tornou um dos mais influentes ativistas da causa LGBTQI+ nos Estados Unidos.

Inclusive, investindo parte de sua fortuna em ações pela defesa de direitos iguais, ele montou sua própria ONG, a Gill Foundation.

Peter Thiel

(Fonte da imagem: Variety)

Peter Thiel tem um currículo de dar inveja: é cofundador do PayPal e foi um dos investidores por trás do Facebook.

De origem alemã, ele é formado em Filosofia e Direito pela universidade de Stanford e atualmente comanda a Clarium Capital.

Thiel assumiu sua homossexualidade publicamente em 2016, durante um discurso de apoio ao Partido Republicano, nos Estados Unidos.

Buh D’Angelo

(Fonte da imagem: Revista Reserva)

Mulher, negra, periférica e trabalhando com tecnologia, essa é Buh D’Angelo.

Ela fez da adversidade sua principal motivação e virou empreendedora de sucesso. A trajetória da empreendedora não foi nada fácil

“Uma vez, me contrataram para um estágio em eletrônica, mas não passaram nenhuma demanda relacionada à área para mim, enquanto os outros estagiários eram confiados com tarefas mais técnicas. Afoita para trabalhar, eu perguntava se tinha algo que eu podia fazer. Mais de uma vez, disseram que, se eu queria trabalhar lá, podia limpar os banheiros”.

Para, finalmente, conseguir trabalhar em sua área, ela fundou seu próprio negócio, a Infopreta.

A empresa oferece serviços de suporte e assistência técnica de TI, realizados por colaboradoras negras e participantes de minorias.

De acordo com o site, a Infopreta se classificou para representar o Brasil no G20, em Berlin, por ser um projeto de tecnologia feito por mulheres.

Todos merecem respeito!

A NetSupport é uma empresa que acredita na diversidade e defende a #TIparatodos.

Nós apoiamos a causa e a comunidade LGBTQI na TI. Afinal, ninguém deve ser privado de ser o que realmente é, quando faz aquilo o que ama.

Diga você também não ao preconceito!